movidos pela fé e pelo amor. Pela fé, porque acreditamos que os nossos familiares e amigos defuntos continuam vivos junto de Deus. Nós acreditamos que a vida do homem se prolonga na eternidade de Deus. Movidos pelo amor, pois sentimos ainda a gratidão por tudo o que recebemos deles enquanto viveram connosco nesta terra. Sentimo-los presentes na nossa vida e vivemos em comunhão com eles. 
É esta fé e este amor que nos impele a rezar por eles e a colocar sobre as suas campas algumas flores. O amor que sobrevive à morte confirma a sinceridade do amor que lhes dedicámos durante a vida. Estes gestos só têm realmente razão de ser e verdadeiro sentido na medida em que correspondem ao afecto e ao bem que lhes fizemos em vida.
A nossa presença neste lugar deve levar-nos a tomar consciência de que também nós somos
mortais. Não temos morada permanente nesta terra. Nem o cemitério é a nossa última morada. São Paulo lembra-nos que Deus nos tem preparada no Céu uma habitação eterna. Essa habitação é que será a nossa última morada. Nessa morada seremos plenamente felizes, porque veremos Deus tal como Ele é.Neste lugar, onde somos tentados a fixar a nossa atenção nos aspectos mais dramáticos e angustiantes da morte, levantemos os olhos para o alto, olhemos para o mais além. Aqui e hoje, acordemos para o sentido da vida, abrindo o nosso coração a Deus e ao sonho da vida eterna.
Aqui e hoje, neste lugar onde não há lugar para ilusões e vaidade, comprometamo-nos a viver coerentemente a nossa fé, deixando-nos guiar sempre pela palavra viva de Deus.













No próximo domingo, 22 de Outubro, vão ser ordenados os primeiros Diáconos permanentes na Diocese da Guarda. A cerimónia terá lugar na Sé Catedral, pelas 16.00 horas, e será presidida por D. Manuel Felício, Bispo da Guarda.


3. Mas não basta o simples cumprimento dos mandamentos. Jesus exige algo mais e mais radical. 









Fornotelheiro. O programa era aliciante. As pessoas vieram, participaram, divertiram-se, recordaram tradições... E tantos os mais novos como os mais velhos sairam, certamente, destes encontros mais enriquecidos.









O tempo ajudou e as pessoas acorreram carregadas de fé e entusiasmo até á Praça Municipal. Já é uma tradição de sete anos! O milagre vai acontecendo todos os anos no Arciprestado de Celorico

No dia 11 de Março, o Sr. Casimiro Santos Antunes e a D. Maria Fresta Antunes celebraram na Igreja paroquial o 50º aniversário de casamento. 




