Informações diversas e actuais a respeito da paróquia de FORNOTELHEIRO - Celorico da Beira, distrito da Guarda

sábado, janeiro 28, 2006

Ainda há lepra em Portugal (cerca de 1000 leprosos)

Este Domingo assinala-se o 53º Dia Mundial dos Leprosos, com vista a proporcionar uma reflexão e sensibilização para a grave de situação de milhões de seres humanos afectados pela doença da Lepra.
Segundo comunicado da Associação Portguesa Amigos de Raoul Follerreau (APARF) “existem actualmente cerca de 10 milhões de pessoas que sofrem os efeitos deste flagelo”, dez por cento das quais são crianças, salienta a APARF, “sem meios económicos para se tratarem”.
A APARF foi fundada em 1987 por iniciativa dos Missionários Combonianos e actualmente financia cerca de 80 projectos anuais, em trinta e cinco países, “nomeadamente em Portugal e nos Palops, ajudando a tratar um milhão de pessoas por ano”.
De acordo com dados fornecidos pela APARF, em Portugal o número portugueses doentes da Lepra atinge quase o milhar, ao que se junta ainda cerca de meia centena de enfermos provenientes dos Palops, Brasil, Índia e Timor.
A APARF acompanha e ajuda estes casos na medida das suas necessidades, pelo que, para ajudar a financiar estes tratamentos promove todos os anos, no último Domingo de Janeiro, um Peditório Nacional.
O Dia Mundial dos Leprosos, criado pela ONU em 1954, a pedido de Raoul Follereau, reconhece aos leprosos o direito ao tratamento e à integração na sociedade, dentro do quadro legal em que se move qualquer cidadão.
Fonte: Ecclesia

segunda-feira, janeiro 23, 2006

IDE CONTAR A TODA A GENTE (Semana de Oração pela unidade dos cristãos)

Ide contar isto, irmãos,
vamos dizê-lo a toda a gente:
que Deus está ao nosso lado, que Ele não é normas e ritos,
que Ele nos sonha felizes, que vem trazer-nos a luz,
que basta de viver às escuras, que com Ele tudo é amor e vida.

Não guardes esta notícia só para ti,
pois é uma boa notícia.
Ele quer ser nosso amigo,
viver a história ao nosso lado,
tornar-nos fácil o caminho
e dar-nos pistas para vivermos.

Lembra aos teus irmãos
que o Reino está aqui, e que está agora,
no momento em que queiramos construí-lo,
que não é algo distante,
que é agora o momento para o inventar,
que não devemos perder tempo
em torná-lo realidade,
e que entre nós sempre deveria haver igualdade.

terça-feira, janeiro 17, 2006

Chegou a hora dos leigos - Diocese da Guarda procura novas respostas pastorais

“Não temos mais remédios senão em procurar os leigos para intervirem na pastoral. Não apenas como executores mas também como programadores e revisores de todo um processo que nós queremos aperfeiçoar sempre e cada vez mais” – disse à Agência ECCLESIA D. Manuel Felício, bispo da Guarda, que terá (28 de Janeiro, 4, 11 e 18 de Fevereiro) encontros com grupos de leigos das quatro zonas pastorais da diocese.
A pastoral tem de ser desclericalizada apesar do clero e dos sacerdotes terem um lugar indispensável tal como a cabeça tem lugar no corpo mas todos os membros devem funcionar para termos um corpo equilibrado” continuou.
Com quatro redes de serviço – Presbitério, Comunidades de religiosos/as, Leigos e a Liga dos Servos de Jesus – “temos que interagir o mais possível com o intuito de melhores objectivos pastorais” – disse o bispo da Guarda.
Este território eclesial tem “demasiadas paróquias (365) para a população existente (270 mil habitantes). Devido a este facto, é fundamental “juntar paróquias e ter o mais possível a participação dos leigos nos vários ministérios e nos vários serviços” – realça D. Manuel Felício.
A diocese da Guarda tem 120 párocos e cerca de 30 padres que prestam serviço mas não podem ser párocos por razões de saúde. “Um pároco tem, necessariamente, que ter várias paróquias mas, em muitas circunstâncias, isso não é o complicado”. A dificuldade reside nas tradições – caminhos percorridos e hábitos gerados – “, às vezes, as pessoas estão a uma distância curta de um determinado serviço mas porque toda a vida na minha terra houve determinado serviço não me desloco ao próximo”. E acrescenta: “é necessário uma mudança de mentalidade nos agentes de pastorais e nas próprias comunidades”.
No início do ano, o prelado da Guarda teve um encontro com algumas centenas de leigos e notou que existe “uma vontade de progredir no sentido de um serviço mais qualificado e mais participado onde a responsabilidade é distribuída”. E acrescenta: “mas temos a noção que o percurso é lento”. As comunidades e os agentes de pastoral desta diocese estão a “assimilar a ideia que o bem comum da diocese está sempre á frente dos privilégios e do bem particular”.
Fonte: Ecclesia

Estão quase a chegar os primeiros diáconos permanentes

Em relação ao Diaconado Permanente, D. Manuel Felício sublinha que esta foi “uma herança boa que encontrei do meu antecessor”. Actualmente, “temos 15 candidatos a diáconos permanentes (estão há 3 anos em formação). A minha previsão é que este ano pastoral possa terminar com a ordenação destes”.
A nível vocacional – tal como em todas as diocese -, a Guarda “não foge à regra e a pastoral das vocações é um ponto crítico da situação que estamos a viver”. Esta diocese tem “uma tradição muito boa. Forneceu agentes de pastoral – sacerdotes e religiosos/as – a muitas dioceses, sobretudo a sul do país”. Há muitos missionários saídos das várias paróquias da Guarda. “Temos aqui uma cepa qualificada – neste momento esta cepa precisa novamente de ser abanada. Sofreu o embate desta revolução cultural mas esta revolução cultural não tirou à cepa (diocese) a sua capacidade de resposta”.
Fonte: Ecclesia.

Bodas de Diamante do Seminário Maior

No próximo mês de Maio, o edifício do Seminário Maior vai cumprir 75 anos. Com o intuito de nascerem novas vocações, “estou a articular a colaboração do Departamento da Pastoral Juvenil com o Secretariado Diocesano das Vocações e o Pré-Seminário no sentido de entre si fazerem um esforço para abanarem todos os arciprestados da diocese”. E apela: “peço que se estimule a diocese”.
Nesta caminhada vocacional “não há métodos especiais” mas a utilização de uma “linguagem nova e um novo entusiasmo”. Antigamente – explicou D. Manuel Felício - “pescava-se à rede. Agora pesca-se com anzol e as iscas têm de ser bem trabalhadas. Não há iscas que se adaptem a todos”.
Fonte: Ecclesia

domingo, janeiro 15, 2006

Movimento nos Registos Paroquiais

Tempo de organizar os Extractos Anuais da Paróquia
Deixo os Movimentos Paroquiais registados nestes últimos cinco anos.

2001 - 06 Baptismos; 05 Casamentos; 20 Óbitos
2002 - 04 Baptismos; 01 Casamentos; 16 Óbitos.
2003 - 10 Baptismos; 02 Casamentos; 12 Óbitos.
2004 - 04 Baptismos; 06 Casamentos; 16 Óbitos.
2005 - 06 Baptismos; 08 Casamentos; 16 Óbitos.

sábado, janeiro 14, 2006

Dar mais vitalidade às comunidades Bispo da Guarda vai ao encontro dos leigos

Com o objectivo de dar cada vez mais vitalidade às comunidades de fé e paroquiais, D. Manuel Felício, bispo da Guarda, irá fazer encontros com os leigos da sua diocese por zona pastoral.
Programa dos encontros
14h30- Recepção
1 5H00 – Conferência, seguida de diálogo sobre os ministérios necessários nas nossas paróquias (os que já existem e os que é preciso criar ou dinamizar mais).
16H00 - Eleição de dois delegados ao Conselho Pastoral Diocesano, em formação.
16H30 - Celebração da Eucaristia presidida pelo Bispo da Diocese.
Encontro:
Dia 11 de Fevereiro- Para a Zona Ocidental (arciprestados de Seia, Gouveia e Celorico da Beira): Na Casa Rainha do Mundo, em Gouveia.

sexta-feira, janeiro 13, 2006

UM ANO DEPOIS... “O nosso problema não é fecharem as escolas, o nosso grande problema é não termos crianças”

D. Manuel da Rocha Felício entrou na Diocese da Guarda, como Bispo Coadjutor, a 16 de Janeiro, de 2005. Após a renúncia de D. António dos Santos, no início de Dezembro, assumiu, por inteiro, os destinos pastorais da Diocese da Guarda. A poucos dias de se completar um ano sobre a data da sua entrada solene na Diocese, faz um balanço das actividades realizadas. Para além do aspecto pastoral, o novo Bispo não esquece os problemas com que se debate esta região do País.

A Guarda: Qual o balanço geral que faz de um ano à frente da Diocese da Guarda?

D. Manuel Felício: Um balanço muito positivo. Muito positivo no acolhimento que encontrei da parte de todas as pessoas, a começar pelos sacerdotes de todo o presbitério, pelos movimentos e serviços, pelas próprias paróquias que tive já a oportunidade de visitar e foram algumas, embora, não tantas como eu desejava. Encontrei um grande espírito de acolhimento ao ministério do Bispo, mesmo uma certa devoção pelo ministério do Bispo que pode ser um bom ponto de partido para um serviço de qualidade a estas comunidades. Em geral, são estes sentimentos de bem acolhido, que eu sinto e quero aqui exprimir.

A Guarda:
Por aquilo que já constatou, como é que define a Diocese da Guarda?
D. Manuel Felício: Defino-a como uma Diocese com uma história muito forte de vocação missionária, com um grande desejo de enviar os seus membros até para fora do seu território, para outras congregações, para outras dioceses e até para o mundo. (...)
Depois, defino-a como uma Diocese com um aprofundamento espiritual, com tradições muito fortes de retiros, de Lausperene, de uma boa ligação a pessoas que a marcaram profundamente. Lembro, por exemplo, o Senhor D. João Oliveira Matos, cujo processo de Beatificação e Canonização está em curso. (...)

A Guarda: Vai avançar com a reestruturação das paróquias? Está ou não previsto o desaparecimento de algumas delas?
D. Manuel Felício: A reestruturação das paróquias já está a ser feita. Mas uma reestruturação das paróquias não significa tirar formalmente a categoria de paróquia a qualquer uma das que existem. Isto não é pensável. Agora, é verdade que nós desenvolvemos uma reflexão sobre os serviços essenciais que tem de ter uma paróquia, para ser verdadeiramente paróquia. Há paróquias que não podem ter todos os serviços essenciais. Não lhe vamos tirar o título de paróquia, por isso, mas vamos-lhe pedir que, progressivamente ganhem o sentido de pertencerem a um espaço pastoral mais alargado.
Nós, hoje, estamos cada vez mais a falar em unidades pastorais que envolvem a relativização das paróquias e também envolvem a conjugação do serviço do ministério sacerdotal com outros serviços, nomeadamente de leigos. Por este caminho, queremos caminhar e abrir uma outra perspectiva que eu gostaria de desenvolver muito, na nossa Diocese.
(...)
A Guarda: Como vê o encerramento das escolas primárias, um pouco, por toda a Diocese?
D. Manuel Felício: É uma situação muito preocupante. A minha preocupação, antes de estar no fecho das escolas, está na não existência de crianças. Queria insistir aqui, nesse ponto: o nosso problema não é fecharem as escolas, o nosso grande problema é não termos crianças. Por exemplo, estive, há dias, numa paróquia e perguntei quantas crianças havia e responderam-me que havia duas.
A minha preocupação não foi a escola, a minha preocupação foi essa terra só ter duas crianças. Quando faltam crianças numa terra ou numa família, nós começamos a ver o futuro em perigo. E, sem dúvida, o perigo é grande. Se não há inversão de marcha ou de rumo, é mesmo o fim. Eu espero que haja uma mudança de sentido e que a natalidade volte a ir para os índices de que nós precisamos. Quanto mais não seja só para repor a população nos índices devidos.
A entrevista na integra:

sábado, janeiro 07, 2006

terça-feira, dezembro 27, 2005

É SEMPRE NATAL... NUM CORAÇÃO QUE AMA...


É sempre natal... num coração que ama...
Porque Deus é AMOR... enquanto houver um único coração que ama, Deus continua ainda hoje a nascer. E por isso mesmo neste Natal de 2005 alguma coisa de novo deve nascer dentro de cada um de nós... De nada nos serve que o Senhor tenha nascido há 2000 mil anos atrás, se nada nasce verdadeiramente Hoje no nosso coração.
NATAL não é apenas recordar o grande presente que Deus nos deu, mas é ter a coragem de SER O PRESENTE de DEUS para tantos que ainda hoje não sabem o que é um presente, para tantos nunca receberam um pequenos gesto de amor.


Na Belém do mundo, Deus continua a nascer na gruta de um coração que ama...

segunda-feira, dezembro 19, 2005

DEZ MANDAMENTOS NATALICIOS

1 - Honrar Jesus Cristo, o Senhor do Natal.
2 - Não gastar, na quadra natalícia, demasiado dinheiro, mas usá-lo em coisas úteis e na obra do Senhor, sem contrair dívidas.
3 - Não eliminar da festa de Natal o Nosso Senhor Jesus Cristo.
4 - Santificar o dia de Natal.
5 - Reunir a família no Natal para maior companheirismo.
6 - Evitar nervos e preocupações.
7 - Não oferecer mais do que aquilo que se pode dar.
8 - Não esquecer os necessitados.
9 - Desejar a todos, COM SINCERIDADE, “Feliz Natal”.
10 - Comportar-se no Natal, de modo que não se fique exausto - mental, física, moral, espiritual ou financeiramente, porque o Senhor não terá por inocente aquele que vive esse dia em vão.
(Extraído de "O Evangelista de Crianças", publicação da APEC)

Afinal, o que é o Espírito de Natal?

Ainda que lhe queiram dar outro sentido...
Ainda que o queiram abafar...
Ainda que o aniversariante na maioria das vezes, nem sequer seja lembrado...
Ainda que os corações estejam vazios de amor, de espiritualidade, de "ser" e cheios de egoísmo, de materialismo, do "ter"...
Ainda que o celebrem cada vez mais por interesse comercial ...
Ainda assim:
Este é o verdadeiro motivo de alegria dentro de nós!
O verdadeiro Espírito de Natal!
Uma dádiva tão grande que não pode ser medida!
E ainda que as mesas não estejam fartas de bons manjares...
Ainda que não hajam presentes ...
Ainda que não estejamos com todos aqueles que amamos e gostaríamos de estar...
Ainda que por este mundo fora a solidão, a dor, a pobreza, a guerra estejam presentes ...
Ainda assim, vale a pena celebrar o Natal, porque ele é a nossa esperança e certeza de que tudo isso um dia terminará ...
Porque a maior e melhor possessão que podemos receber é a Vida Eterna. E essa vida está em Jesus Cristo.
Emanuel! Deus connosco!
Sempre que um homem, uma mulher, um jovem ou uma criança aceitam este dom, esta dádiva, ....... É Natal!
É Natal sempre que Jesus nasce no coração de alguém!
E esse é, sem adúvida alguma, o melhor presente de Natal!

terça-feira, dezembro 13, 2005

MISSA DO GALO (24.00 h)

No próximo dia 24 de Dezembro à meia-noite iremos celebrar com grande alegria e fé a "Missa do Galo".
Já agora, recordemos a história:
"A missa do galo é de origem espanhola. Pouco antes de baterem as doze badalados da meia‑noite de 24 de Dezembro, coda lavrador da região de Toledo matava um galo, em memória daquele que cantou três vezes quando Pedro negou Jesus. O galo era depois levado para a igreja, a fim de ser oferecido aos pobres que, assim, poderiam ter melhorado 0 almoço de Natal. Em algumas aldeias, levava‑se o galo vivo, para que ele cantasse durante a Missa. Quando cantava, todos ficavam contentes, pois era sinal de um ano novo farto a feliz".
Fonte: Revista Juvenil

domingo, dezembro 04, 2005

Prenda de NATAL

E apenas uma singela prenda de Natal.
Com ela, quero recordar as festas, as cerimónias, as procissões, a festa do Corpo de Deus, a história mais recentedas obras da nossa Igreja... e ainda as mais diversas actividades lúdicas...
Ligue o som, clique play e... seja paciente


Parou... tente novamente... e certamente vai funcionar!

sexta-feira, dezembro 02, 2005

D. Manuel Felício novo bispo da Guarda

Bento XVI aceitou a renuncia ao governo pastoral da diocese da Guarda, por motivos de saúde, apresentada por D. António dos Santos, sucedendo-lhe assim D. Manuel da Rocha Felício até agora Bispo Coadjutor.
Nomeado por João Paulo II, em Outubro de 2002, Bispo Auxiliar de Lisboa, D, Manuel Felício acompanhou no Patriarcado as Vigararias do Oeste e animou o diálogo inter-religioso, sendo nomeado a 21 de Dezembro de 2004, Bispo Coadjutor da Diocese da Guarda.
Natural de Viseu, onde nasceu em 1947, D. Manuel Felício foi ordenado sacerdote em 1973 e bispo em 15 de Dezembro de 2002. Em Viseu, integrou a equipa sacerdotal da paróquia de Mangualde (de 1973 a 1988); depois, foi na vida académica que empenhou grande parte do seu tempo. Na Conferência Episcopal Portuguesa, trabalhou no diálogo ecuménico e inter-religioso.

FONTE: http://www.ecclesia.pt/

"É sabido que, há mais de um ano, me encontro limitado para o serviço pastoral, por motivo de doença. Tem sido um grande conforto para mim sentir a proximidade espiritual da Igreja Diocesana, concretizada na força da oração e no calor da amizade, bem como no apoio que, de tantos modos, me tem chegado, a começar pelos estimados sacerdotes (...) manifesto assim a todos vós o mais sentido reconhecimento e a minha profunda estima no Senhor".

Carta aos Sacerdotes (30 de Novembro de 2005).

terça-feira, novembro 29, 2005

A NOVA VIA SACRA

A Igreja ficou mais rica com a Nova Via Sacra (em azulejo).
Graças ao esforço e ao empenho de muitas pessoas, foi possível no dia 27 de Novembro, dia de Nossa Senhora das Graças, apreciar a Via Sacra em azulejo.
Desde já, quero agradecer a todos os que quiseram colaborar connosco e foram muitos.

segunda-feira, novembro 28, 2005

ORAÇÃO A NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS

Nossa Senhora das Graças da Medalha Milagrosa
Virgem Maria Imaculada, Mãe do Puro Amor,
Mãe que acolhe sempre os seus filhos,
Mãe cuja mãos nunca param de servir,
De dar graças a todos os que em Ti confiam.
As Tuas mãos são movidas pelo Amor
E pela Misericórdia, MÃE:
Nós olhamos para Ti com fé, desejosos de sermos
Fiéis aos nossos compromissos.…
Olha para mim, para nós e pela nossa familia,
Derrama a Tua benção sobre nós.
Abençoa todas as pessoas que de Ti precisam.
Dai a PAZ ao mundo.
Guarda-nos, guia-nos, protege-nos.

FESTA de Nossa Senhora das Graças

No dia 27 de Novembro celebrámos, pela primeira vez nesta data a Festa em honra de Nossa Senhora das Graças (175º aniversário). Foram muitas as pessoas que quiseram participar. A Igreja encheu-se e viveram este dia com grande fé e entusiasmo.
Breve História
das Aparições:
Na Capela da Rua du Bac, em Paris, NOSSA SENHORA manifesta-se à irmã Catarina Labouré(1830): "Vinde aos pés deste altar. As graças serão derramadas sobre todas as pessoas que as pedirem com fé e confiança. Serão derramados sobre os grandes e os pequenos". E pede-lhe: "venham a este altar, rezem, peçam e tragam convosco a Medalha".

1ª Aparição de NOSSA SENHORA (18 de Julho de 1830)

  • Santa Catarina com as mãos apoiadas no regaço da Virgem Maria… escuta a mensagem sobre o que irá acontecer no mundo… "Os tempos são maus … o mundo será abalado por desgraças de todo género. Mas VINDE AO PÉ DESTE ALTAR. Aqui se espalharão graças e mais graças sobre as pessoas que as pedirem com confiança". DEUS QUER CONFIAR-TE UMA MISSÃO. "Terás muito que sofrer… serás contrariada, mas terás a graça… tem confiança".
  • NOSSA SENHORA CONVIDA CATARINA… A olhar para os acontecimentos de morte, passados e futuros, que degradam o mundo, não para culpabilizar o homem mas para lhe lembrar a sua responsabilidade na construção de um mundo de... JUSTIÇA e de PAZ.

2ª Aparição de NOSSA SENHORA (27 de Novembro de 1830)

  • Maria apresenta-se de pé sobre a metade de um globo terrestre. Com os pés esmaga a serpente; nas mãos têm um pequeno globo dourado… os raios de luz que saem das mãos de Maria, iluminam o globo sobre o qual ela está de pé.
  • Em seguida, forma-se um círculo em forma de medalha, onde estava escrito: "Manda cunhar uma medalha segundo este modelo. As pessoas que a trouxerem com confiança receberão muitas graças" .

Associação da Medalha Milagrosa(AMM)
OBJECTIVOS:

  • Dar a todas actividades uma dimensão de Igreja;
  • Procurar que a devoção a Maria leve a um verdadeiro compromisso de fé;
  • Criar comunidades que sejam espaços de oração;
  • Promover a prática caridade.

PROJECTOS:

  • Oração Mensal (dia 27 de cada mês);
  • Participação na EUCARISTIA
  • Visita aos pobres, doentes…
  • Encontros anuais;
  • Retiro Anual;
  • Peregrinação Anual …

QUATRO JOVENS DA ESTAÇÃO RECEBERAM O SACRAMENTO DA CONFIRMAÇÃO

A Diana Silva, a Fátima Ferreira, a Fátima Santos e a Sara Santos receberam, no Sábado, na Igreja de Santa Maria de Celorico da Beira, o SACRAMENTO DA CONFIRMAÇÃO.
Baptizar-se, celebrar a primeira comunhão e crismar-se são sinais que identificam e marcam para sempre o cristão. E o verdadeiro cristão é aquele que vive a sua fé na comunidade, sabendo que deve procurar crescer na fé todos os dias.
Pelo Baptismo nascemos para a vida da fé, pela Eucaristia alimentamos essa vida e ajudados pelo Espírito tornamo-nos verdadeiros discípulos de Cristo.
O cristão confirmado, ao ser ungido, fica a ser um novo Cristo. Participa da sua unção e tem o poder e a força do Espírito para realizar no mundo uma missão muito concreta: a construção do Reino de Deus.

Vós que fostes CRISMADAS, deixai-vos guiar pelo Espirito Santo, produzindo na vossa vida os seus frutos: "a caridade, a alegria, a paz, a paciência, a benignidade, a bondade, a fidelidade, a mansidão, o dominio de si".
Pelos frutos se conhece a árvore!

sexta-feira, novembro 11, 2005

SEMANA DOS SEMINÁRIOS: O Seminário deve ser ajuda para a caminhada até ao sacerdócio

Seminário, isto é viveiro, alfobre, foi, desde o início da sua origem, o nome dado à instituição eclesiástica destinada a formar quantos, julgando-se com vocação sacerdotal, desejavam ou eram destinados a pastores da grei de Cristo.
Mas, como qualquer canteiro, onde se depositam as sementes para germinarem e desenvolverem, necessita não apenas do húmus, alimento para o crescer da planta, mas ainda do clima propício e de um ambiente benéfico, também os seminários diocesanos demandam um meio favorável ao cumprimento do seu mister.
Será a comunidade cristã, no seu conjunto, a prestar-lhe este serviço, com a oração, segundo o mandato do Senhor, com atenção carinhosa a manifestar no acolhimento dos seminaristas, no incentivo esperançoso aos seus propósitos e mesmo na ajuda económica prestada. Se a grei egitaniense cultivar uma atmosfera de apoio e amparo às vocações nela surgidas, se todos procurarem incentivar os candidatos que demonstram, pela sua vida, capacidade de vir a ser bons sacerdotes, e mesmo os convidarem a ascender ao ofício de pastores, se promoverem nos jovens o desejo do serviço aos demais, comprometendo-os numa vivência espiritual de séria piedade e acrisolada virtude, se lhes colocarem, na frente de si mesmos, como modelo único, o Senhor Jesus, estaremos num âmbito favorável ao incremento e melhoria das vocações sacerdotais.
O seminário, comunidade instituída para modelar os futuros padres, deve ser ajuda para a caminhada até ao sacerdócio, oferecendo condições propícias para uma resposta positiva ao chamamento de Cristo e da Igreja, à aprendizagem de um coração com gérmenes de misericórdia, ao amadurecimento do desejo de servir os outros em ordem à salvação eterna. Dele não estão ausentes a educação nas linhas do humano, espiritual e também cultural bem como o ensino prático da disciplina interior em ordem ao bom desempenho do sagrado ministério.
Relembrar ao povo de Deus quanto se deve realizar para obtermos a graça de mais e melhores sacerdotes será o escopo desta semana consagrada à problemática dos seminários da qual ninguém se deve desobrigar.
Da crise que vai atravessando a Igreja, nesta época, todos somos responsáveis e, por isso, cada um, na sua medida, há-de empenhar-se em ultrapassar esta carência, pois Deus quis o trabalho de mediadores, para os tornar participantes do seu amor pelos homens.
Se ao Prelado, como grande responsável da Igreja diocesana, e à equipa dos seminários, como encarregada directamente desta missão, tal tarefa deve estar mais a peito, não será para se julgar estarmos desobrigados de tal encargo, pois todos juntos ainda somos poucos para a magnitude de tão grave e importante obrigação.
Colocar no coração de muitos jovens o desejo de se dedicarem à missão de pastores dos crentes, desenvolver neles as aptidões necessárias para este múnus, dispondo-os ao dom total de si próprios para que continue a Palavra a ecoar no coração dos homens e se prolongue no mundo a celebração do memorial do Senhor, pela Eucaristia, eis o alvo e o ponto de mira desta importante semana.
FONTE: Jornal A Guarda